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CANTORA GOSPEL DENUNCIA RACISMO EM CONGRESSO


A cantora abriu o coração e desabafou já ter "chorado" ao sofrer o crime de racismo na igreja

FOTO| REPRODUÇÃO/ TWITTER



pastora e cantora pentecostal, Amanda D' Campos denunciou vivenciar com frequência atos de racismo em espaços públicos e eclesiásticos. A revelação aconteceu durante uma LIVE transmitida pelo Projeto Preciosa no Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres (25).


Conhecida por arrastar multidões em vigílias ao som de "corinhos de fogo", a pastora contou para a idealizadora do Projeto e jornalista, Mariana Domin, sobre o início da carreira gospel nas rádios e a surpresa que muitos ouvintes tinham ao descobrir que ela era uma mulher negra.



"Eu chegava na igreja e me diziam 'eu pensava que você era loira, que você era branca', as pessoas criaram um personagem (branco) por causa da voz."


Um dos casos de racismo no meio evangélico que marcou a cantora, aconteceu durante um Congresso no sul do país. De acordo com ela, o evento tinha muitas pessoas brancas e "gringas", e ao se sentar em uma das cadeiras reservadas para líderes e preletores, a pastora foi retirada por seguranças.


"O segurança bateu no meu ombro e disse que "não caía bem para a imagem do Congresso a pastora negra aparecer em frente às câmeras, e fui levada para a última fileira para não "enfeiar" o Congresso", disse Amanda D'Campos.


Ainda de acordo com a cantora, o segurança havia retirado todas as pessoas negras que estavam sentadas nas primeiras fileiras. Ao ser questionada sobre sua reação e sensação, Amanda admitiu que não conteve as lágrimas.


"Não entra na minha cabeça, eu ainda fico tentando assimilar se aquilo realmente está acontecendo. Eu fico tentando entender, até perguntei novamente, e ele me disse que era isso mesmo, que ele queria que eu fosse para a última fileira", disse Amanda que, logo em seguida, foi ameaçada pelo segurança e quase denunciou o evento por crime de racismo.


CONFIRA A LIVE CLAMOR PELAS PRECIOSAS

IMAGENS| REPRODUÇÃO/ YOUTUBE


Para Amanda, é preciso a conscientização sobre a realidade da comunidade negra brasileira e execrou quem diz que racismo não existe no país:

Um dos últimos episódios de racismo que vivenciou, a pastora foi retirada do elevador de um Hotel Internacional, no Rio de Janeiro. Segundo ela, mesmo estando com o crachá que comprovava sua autorização de entrada, o segurança a retirou por sua cor. Isso aconteceu durante uma "Mentoria de Liderança", pelo qual estava acompanhada da amiga, também evangélica, negra e delegada do Centro de Atendimento à Vítimas de Violência Doméstica de Niterói-RJ (CAVVD), doutora Jane Louise.


Segundo dados da pesquisa Datafolha 2020, as mulheres negras são maioria entre os evangélicos (59%), entre as quais 43% se identificam como pardas e 16% como negras.






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