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| ADÃO |

ORAÇÃO NÃO PODE LEGITIMAR CRIME!

KENNER  TERRA

PASTOR & DOUTOR EM CIÊNCIAS DA RELIGIÃO

"MULHER, SEDE  SUBMISSAS

AOS  SEUS  MARIDOS"

EFÉSIOS

5:22

ilustração |  Reprodução/ Amada  Macapá

a Bíblia, a imagem de Deus na humanidade (“adam”) se estabelece na mulher/feminino (“neqebah”) e no homem/masculino (“zakar”), os quais são igualmente dignos e possuem a sacralidade divina. Paulo entendeu bem isso e defendeu em Cristo e no Espírito a justa relação de gênero (Gl 3.28). Esse horizonte era tão fundamental para o apóstolo da Graça que, a despeito das normas e tradição do seu tempo, defendeu o cuidado partilhado (1Co 7.3), o direito recíproco sobre o corpo (1Co 7.4,5), a possibilidade da esposa não se converter à religião do cônjuge (1Co 7.12-13) e, inclusive, afirmou ser a paz o padrão conjugal: “em casos desses, o marido ou a mulher cristãos não devem insistir para que o outro fique, porque Deus quer que vivamos em paz” (1Co 7.15). O centro do texto não é a dissolução ou desvalorização do casamento, mas a sensibilidade em relação à liberdade e inviolabilidade dos direitos fundamentais das mulheres. Por isso, qualquer discurso que legitime as violências é biblicamente equivocado.

À vista disso, romantizar a violência doméstica como faz o clipe “A voz” da cantora Cassiane não é sinal de fé na oração. Pelo contrário, sem que os produtores se deem conta, o discurso veiculado no vídeo desconsidera o sofrimento de evangélicas que são alvo de dolorosas violências, muitas vezes diante de seus filhos, e, ao mesmo tempo, alimenta a narrativa perversa do silêncio como caminho de piedade. Tal perspectiva acaba contribuindo para que lares evangélicos continuem com altos índices de violência doméstica.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



 

Crime não se enfrenta com espiritualização! Sei que não é fácil. Há uma série de implicações. Contudo, nós não podemos legitimar monstruosidades. Sim, a oração é importante, mas não entra no lugar da denúncia e auxílio às mulheres vítimas desse pecado. Felizmente, as reações ao vídeo mostram que as pessoas entenderam a absurdidade desse clipe, especialmente neste contexto de pandemia em que a violência doméstica tem aumentado.

Irmãs, não espere orando. Orando, busquem ajuda e denunciem.

 

 

 

A VOZ  -  CASSIANE

No lançamento, o clipe foi acusado de "romantizar" a violência.

( Reprodução/ Youtube )

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